segunda-feira, 20 de setembro de 2010

World of selfish





Como uma rosa fechada, que morre antes mesmo de desabrochar. Como a espera dos olhos cegos do corpo pela claridade do sol, que ilumina o céu dos passaros livres que apreciam cantarolar. Cantarolam, cantarolam, mas os ouvidos surdos não escutam, não entendem, não apreciam que a vida passa rápido demais, pra chegar a qualquer conclusão sobre, não se define, não se espera, se faz acontecer.
Existe também, gente cega dos olhos do coração, não enchergam teus irmãos morrendo de fome, de sede e morrendo também da falta de amor e atenção. Cegos pela inveja e o egoísmo, e ocupados demais cobiçando o que é de outros,enganando e passando por cima de quem estiver por seu caminho, onde a materialidade é o prêmio final. E o fim, ja pensou sobre? No fim meu querido irmão, só te sobrará a falsa satisfação carregada de infelicidade, e te mostrará que o mundo não é somente materialidade, e que aqui todos nós estamos apenas de passagem... de idas e voltas, idas e voltas, idas e voltas nesse mundo de egoístas...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O sonho..




Escutei passos silenciosamente barulhentos e quase insuportáveis pela minha cabeça estava completamente adormecida, envolvida por sonhos, tuas pegadas não foram suficientes para acordar-me! Insatisfeito, caminhastes até a entrada da porta dos meus sonhos e ali ficou; abraçou-me, tomada em teus braços eu permaneci.
Deslizou tuas mãos pelos meus braços como se quisesse me aquecer. No entanto, não era um movimento apressado e muito menos involuntário, era como se te proporcionasse prazer sentir o atrito entre tuas mãos e a pele dos meus braços quente. Nós ferviamos. Teu toque queimava-me, soltava leves descargas de energia imaginárias em minha corrente sangüinea.
Quanto mais nos aproximavamos, mas energias eram soltas e de repente teu rosto tão próximo me impediu de enchergar o arredor, e teu cheiro tirou de mim toda e qualquer possibilidade de pensar em outra coisa a não ser deixar-me ser tomada. Teus lábios carinhosamente famintos, tocaram os meus e um choque percorreu meu corpo:

Eu acordei...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mil cadeados, e uma algema.




Você veio do outro lado? Dizem que pra saber o que se passa a frente, e só perguntar para quem está voltando de lá. Pode confessar que não é tudo o que você imaginou,que esse mundo não é seu, e que a voz fraca no fundo da tua mente gritava desesperadamente e você tampou teus ouvidos para não ouvi-la dizer o que no fundo tu suspeitavas, respirou fundo e meteu o pé na estrada, escolha errada. Qual foram as cores que te atrairam? Ou o simples fato do proibido? Falsas intenções, escolhas de má vontade, falta de seriedade e concientização, falta de coragem para dizer um não! Um não a amizades ruins, que so te fazem regredir e te influenciaram a deseja o que nunca foi teu, a quebrar regras. E se você quer um conselho meu; se não tem capacidades de quebrar sem alarmar quem não devia, não quebre. Faça com perfeição, não deixe rastros e ja que escolheu desse jeito, não venha descarregar a culpa em quem te ama, ou em quem te levou pra esse lado sem fim, o único culpado nesse drama urbano, e exclusivamente você, que acabou com as chances de haver felicidade de verdade, não momentanea, e se realmente existia alguem que se importava com você, enfezou-se com tamanha cegueira com o proibido e já não deve mais querer limpar teus olhos da sujeira do mundo. E sim, a culpa é unica e exclusivamente sua, por ser tão egoísta e poupar o mundo da mente brilhante e o coração de ouro, que você carrega guardado de baixo de mil cadeados.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ame o seu conto.




Ame seu conto de fadas! Mesmo que ele se torne um conto de bruxas malditas, ou mesmo um conto de duendes, ladrões que roubaram todo o ouro do seu sorriso. Ame seu conto, mesmo que pareça e não haja mesmo mais esperança, mesmo quando se era protagonista e se torne figurante e mesmo quando colo amigo se tornar a mão que apunha-la. Ame seu conto, mesmo que esteja presa na torre usada como presídio dos teus pensamentos onde a censura toma conta. Mesmo quando teu peito cansado de tanta dor sentir, e teus olhos receiam abrir e não encontrar luz no fim da estrada. Ame, mesmo quando te faltarem lagrimas para chorar, e o grito mais profundo, housar não sair. Ame seu conto, por mais utópico que seja as tuas quase realidades, simplesmente ame, pois o conto es teu, não és tu que escreve, mas consequentemente tu que atua e é o conto da sua vida.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Morno.




De fato, não existem verdades, são somente mentiras dais quais mais gostamos e escolhemos.
Nada do que parece ser, é, a complexicidade e que domina. Talves o problema não seja a complexicidade, o problema seja talves porque não reconheço o "meio termo", a metade! Amar pela metade, odiar pela metade, sentir saudade pela metade. Por tampouco, quase não descobri o que é uma "metade". Não utilizo-a, simplesmente porque ou és, ou não és. O morno definitivamente não me agrada! Quero conceitos formados, escolhas tomadas e times montados. Se quiser jogar comigo, seja atento! No meu campo, não existe o empate, somente o vencedor e o perdedor, só não confunda perdedor com fracassado. O perdedor, se arriscou e perdeu a batalha, o fracassado perdeu por não se arriscar. Fica a seu mercê saber em que time você irá jogar.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O nosso céu.





Guardarei cada lembrança nossa em raios de sol que iluminam o "nosso" céu. As vezes, elas brilharão menos, como no por do sol. Haverá dias em que a saudade baterá, e elas brilharão como em um dia ensolarado.
Em dias que eu estiver brava com você, elas desaparecerão de baixo do dia nublado e chuvoso ... mas não será permanentemente, de baixo daquele dia terá todos os nossos momentos, porque após longos dias de chuva, sempre haverá um ensolarado. Se quiseres saber se sinto tua falta, olhe para o céu, e se estiver um dia radiante ... são as nossas lembranças brilhando mesmo que no inconciente da minha alma.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Desejos.




O que preciso aprender, é por as coisas pra fora, quando ja estão começando a me fazer mal. Cortar o mal pela raiz, de não pensar e apenas agir. Fazer o que vier na cabeça, não importar-me com consequências, e pouco me lembrar de quem sou, e quem se importará com meus atos. Sinto fortemente, quase que um desejo de sair de encontro a lua, observar todas as suas fases enquanto me aqueço no calor das estrelas dentre a noite fria. Curtir a vida toda em seu lado extremo, e ter mil e uma noites de histórias para contar, ter experiências próprias e saber usa-las, conquistar o mundo e deixa-lo me conquistar. Sim! Eu quero apreciar cada segundo de cada viagem feita, não importa que não passe de uma viagem dentro de mim mesma. Quero conhecer novos rostos, novos gostos, e no final lembrar só das coisas boas, pessoas que marcaram, e momentos que sentirei saudades. Quero estar sempre na boa compania do novo e moderno, junto com a luxuria e a vaidade. Dizem que são duas garotinhas má, mas é tudo que realmente desejo.